Com quase dois anos de sucesso crescente, nosso Batuque Digital não pára de inovar. O grupo já vem mostrando um novo repertório, além de novas convenções e brincadeiras musicais. Quem conta é Kleber Komká, criador e regente do Batuque:
NR - Kleber, fala pra nós do repertório novo – o que mudou?
KK - Desde junho estamos com sete músicas novas nas apresentações, incluindo alguns “hits” atuais de pistas. Nossa percussão continua na mesma linha, mas com algumas ousadias, aquelas brincadeiras de interação com o público que sempre agradam e divertem.
NR - O que você pode destacar dessas novas músicas, o que tem bombado mais nas festas com o Batuque?
KK - A canção “Stereo Love” (Edward Maya feat. Vika Jigulina) com a sanfoninha, a platéia adora, sobretudo a galera mais jovem, que também curte o balanço latino do Pitbull, “I Know You Want Me”. Também incluímos “Love Generation” (Bob Sinclair), que é um clássico, muito bonita, sempre eleva o astral.
NR - O Batuque Digital sempre emociona e diverte. Só que às vezes nos perguntam porque as apresentações duram cerca de 35 minutos. Você sabe o que é melhor, explica isso pra gente.
KK - Esse é o tempo ideal, creiam em nossa experiência. O lance da gente é já chegar e botar todo mundo pra dançar, a festa toda ao redor dos tambores. E temos uma sonoridade muito intensa, muito marcante, damos o recado de primeira. Uma apresentação muito longa perderia essa “vibe”... o efeito “panelinha de pressão” do Batuque Digital (risos)!!!